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Bahia tem o segundo menor percentual de adultos com nível superior completo do país

REDAÇÃO por REDAÇÃO
19/06/2019
em Atualidade
Tempo de Leitura: 3 minutos
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No Brasil, a taxa ajustada de frequência escolar entre adolescentes era de 69,3%, o que significa que 3 em cada 10 pessoas de 15 a 17 anos ou já haviam deixado a escola ou estavam defasadas. A taxa era maior (ou seja, a defasagem/ abandono era menor) em São Paulo (80,9% dos adolescentes estavam no ensino médio) e em Mato Grosso (76,8%). A defasagem/abandono escolar na Bahia praticamente duplicava novamente na faixa etária seguinte. Em 2018, pouco mais 8 em cada 10 jovens de 18 a 24 anos ou haviam abandonado a vida escolar ou ainda não tinham chegado à universidade. O estado tinha a menor taxa ajustada de frequência líquida do país para esse grupo etário: 16,0%. No Brasil como um todo, 1 em cada 4 pessoas de 18 a 24 anos estava cursando o ensino superior em 2018 (25,2%), taxa que atingia seus maiores níveis no Distrito Federal (42,9%) e em Santa Catarina (31,9%). Tanto no caso do ensino médio quanto do ensino superior, as taxas ajustadas de frequência líquida à escola na Bahia não mostraram variações significativas do ponto de vista estatístico, nem em relação a 2016, nem frente a 2017 (Foro: Ag. Brasil)

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A Bahia é um dos líderes nacionais em defasagem/ abandono escolar entre adolescentes e jovens, o que contribuiu para que, em 2018, apenas 1 em cada 10 adultos baianos (10,1%) tivesse concluído um curso universitário, o segundo menor percentual do país, acima apenas do verificado no Maranhão (8,6%). Em média, no Brasil, 16,5% das pessoas de 25 anos ou mais de idade tinham curso superior completo em 2018, nível de instrução alcançado por 1 em cada 3 pessoas no Distrito Federal (34,3%) e 1 em cada 5 em São Paulo (21,7%) e no Rio de Janeiro (20,1%).  Os dados são do módulo de Educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), divulgada hoje pelo IBGE.

Na Bahia, o percentual de adultos com nível superior praticamente não mudou entre 2017 (9,9%) e 2018 (10,1%), período em que o estado foi ultrapassado, nesse indicador, por Alagoas (de 8,4% em 2017 para 10,3% em 2018) e Pará (de 9,1% para 10,7%), onde o nível superior completo cresceu de um ano para o outro.

 O início do percurso escolar na Bahia está muito perto da universalização. Aos 4 ou 5 anos, quando a educação passa a ser obrigatória, pouco mais de 9 em cada 10 crianças baianas estão na pré-escola: 96,8% do total. É a quarta maior taxa de escolarização para essa faixa etária entre os estados brasileiros e está acima da média nacional (92,4%).

Na etapa seguinte, praticamente todas as crianças de 6 a 14 anos na Bahia frequentam a escola (99,2%), assim como ocorre no país como um todo (99,3%) e em todos os estados, que têm taxas acima de 98%.

Mas, no grupo etário de 11 a 14 anos, a defasagem/ abandono já começa a se apresentar. Nessa faixa etária, 2 em cada 10 crianças na Bahia (19,9%) já não estão cursando o segundo ciclo do ensino fundamental, o que seria o esperado.

Esse percentual mais que dobra entre os adolescentes de 15 a 17 anos. Nessa faixa etária, pouco mais de 4 em cada 10 pessoas (44,6%) ou já saíram da escola ou ainda não chegaram ao ensino médio.

Em 2018, a taxa ajustada de frequência escolar líquida entre as pessoas de 15 a 17 anos, que mede quantas delas estão na escola e cursando o nível de ensino adequado à idade, refletindo repetência e evasão escolar, era de 55,4% na Bahia, a segunda mais baixa do país, acima apenas da verificada em Sergipe (50,8%).

Brasil

No Brasil, a taxa ajustada de frequência escolar entre adolescentes era de 69,3%, o que significa que 3 em cada 10 pessoas de 15 a 17 anos ou já haviam deixado a escola ou estavam defasadas. A taxa era maior (ou seja, a defasagem/ abandono era menor) em São Paulo (80,9% dos adolescentes estavam no ensino médio) e em Mato Grosso (76,8%).

A defasagem/abandono escolar na Bahia praticamente duplicava novamente na faixa etária seguinte. Em 2018, pouco mais 8 em cada 10 jovens de 18 a 24 anos ou haviam abandonado a vida escolar ou ainda não tinham chegado à universidade. O estado tinha a menor taxa ajustada de frequência líquida do país para esse grupo etário: 16,0%.

No Brasil como um todo, 1 em cada 4 pessoas de 18 a 24 anos estava cursando o ensino superior em 2018 (25,2%), taxa que atingia seus maiores níveis no Distrito Federal (42,9%) e em Santa Catarina (31,9%).

Tanto no caso do ensino médio quanto do ensino superior, as taxas ajustadas de frequência líquida à escola na Bahia não mostraram variações significativas do ponto de vista estatístico, nem em relação a 2016, nem frente a 2017.

Tags: BahiaBrasileducaçãoIBGEMaranhãoSergipe
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