BA de Valor
  • Atualidade
  • Economia
  • Negócios
  • Sua Chance
  • Inovação
  • Notas de Valor
Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Colunistas
  • Notas de Bolso
  • Business Lounge
  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Contato
  • Política de Privacidade
BA de Valor
  • Atualidade
  • Economia
  • Negócios
  • Sua Chance
  • Inovação
  • Notas de Valor
Sem resultado
Ver todos os resultados
BA de Valor
PUBLICIDADE
Capa Economia Economia Brasileira

Exportação e reservas mantêm risco país em níveis baixos

REDAÇÃO por REDAÇÃO
22/04/2018
em Economia Brasileira
Tempo de Leitura: 3 minutos
A A
0

Reservas internacionais de US$ 383 bilhões mais do que cobrem a dívida externa do governo e das empresas (Foto: Ag. Brasil)

Share on FacebookShare on Twitter

Os rebaixamentos sofridos pelo Brasil nos últimos meses pelas agências de classificação de risco pouco afetaram um dos principais indicadores do interesse dos investidores estrangeiros. O risco país continua em níveis baixos, próximos aos de quando o país ainda tinha grau de investimento (garantia de que não corre risco de dar calote na dívida pública). Segundo especialistas, as elevadas reservas internacionais e o bom desempenho das exportações têm ajudado a manter o índice em níveis baixos.

Definido como a diferença entre os juros dos títulos públicos brasileiros no exterior e os títulos do Tesouro norte-americano, calculada dia a dia, o risco país funciona como um termômetro da desconfiança dos investidores internacionais. Quanto maior a diferença, maior a percepção de risco dos aplicadores em relação a um papel. O indicador foi criado pelo banco de investimentos JPMorgan, em 1992.

O risco país encerrou 2017 em 240 pontos. Na última quarta-feira (18), segundo dados mais recentes, estava em 244 pontos. Pelo indicador, os títulos públicos brasileiros em circulação no exterior tinham juros 2,44 pontos percentuais maiores que os papéis equivalentes do Tesouro norte-americano, considerado o investimento mais seguro do mundo.

O nível é semelhante ao registrado no fim de 2014, quando o Brasil ainda tinha grau de investimento. No início de setembro de 2015, quando a Standard & Poor’s (S&P) tornou-se a primeira agência a retirar o selo de bom pagador do país, o índice estava em torno de 390 pontos.

Chegou a 569 pontos em fevereiro de 2016, recuando gradualmente nos meses seguintes, principalmente após a destituição da ex-presidente Dilma Rousseff.

Avaliações

Atualmente, as agências S&P e Fitch classificam o Brasil três níveis abaixo do grau de investimento. Os rebaixamentos mais recentes ocorreram em janeiro (S&P) e em fevereiro (Fitch). O principal argumento foi o adiamento da aprovação da reforma da Previdência.

A Moody’s tem uma avaliação mais otimista. Além de ter mantido o país dois níveis abaixo do selo de bom pagador, este mês elevou de negativa para neutra a perspectiva da nota do país, indicando que não pretende alterar a classificação nos próximos meses.

Segundo a agência, o crescimento da economia previsto para 2018 e a possibilidade de aprovação de reformas estruturais pelo próximo governo permitiram a conservação da nota.

Resiliência

Para o economista-chefe da Sulamérica Investimentos, Newton Rosa, as dificuldades fiscais do governo, que não consegue aprovar a reforma da Previdência e viu as medidas provisórias de ajuste fiscal editadas no fim do ano passado perder a validade, são atenuadas pela situação do país no mercado internacional.

As reservas internacionais de US$ 383 bilhões mais do que cobrem a dívida externa do governo e das empresas, atualmente em US$ 316,2 bilhões, contribuindo para manter o risco país em níveis baixos.

“Mesmo com a difícil situação fiscal, o Brasil tem um setor externo robusto. Se o capital externo quiser sair do país, existem dólares para pagar todo mundo. Isso faz com que o investidor internacional mantenha o interesse na economia brasileira”, disse o economista.

Professor de Economia e Finanças Internacionais da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ebape), Istvan Kasznar concorda com a solidez das contas externas brasileiras.

Segundo ele, o diagnóstico das agências de classificação de risco nem sempre consegue ser suficiente porque o banqueiro que quer comprar títulos da dívida brasileira no exterior não leva em consideração somente a situação fiscal.

“De fato, o Brasil não cresce, patina. O déficit primário está em torno de R$ 140 bilhões, e o governo enfrenta dificuldades políticas. Por outro lado, a inflação está baixíssima, e o país exporta muito petróleo, soja e milho. O painel de formação de reservas internacionais é muito bom. Quando se combina um elemento com o outro, chega-se à conclusão de que o Brasil é mais resiliente para a ótica externa do que pareceria”, explicou.

Eleições

Em relação à possibilidade de que o risco país suba com eventuais incertezas e turbulências decorrentes das eleições de outubro, os economistas divergem. Newton Rosa diz que as expectativas podem se deteriorar se o vencedor das eleições não se comprometer com a continuidade das medidas de ajuste. O professor da FGV tem uma postura mais cautelosa.

“As [empresas] transnacionais reclamam do Brasil, mas acreditam nele. O Banco Central não fez nenhuma artimanha para queimar as reservas internacionais. De fato, está impossível saber o que vai acontecer com as eleições brasileiras. A vertente política é volátil, mas a vertente econômica, mesmo com problemas no Brasil e no mundo, está fortificante”, disse Kasznar.  (Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasi)

Tags: exportaçõesFitchJPMorganPrevidênciaStandard& Poor's
Artigo Anterior

Campanha nacional de vacinação contra a gripe começa amanhã

Próximo Artigo

Contaminação por amianto: Sama e Saint-Gobain são condenadas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Trabalhadores da construção civil
Economia

Construção civil perde quase 600 mil trabalhadores desde 2010 e acende alerta no setor

Cédulas de real
Economia

Governo libera FGTS bloqueado de trabalhadores do saque-aniversário

Senadores Randolfe Rodrigues, Renan Calheiros e David Alcolumbre
Atualidade

Isenção de IR para quem ganha até R$ 5 mil segue para sanção

Próximo Artigo

Contaminação por amianto: Sama e Saint-Gobain são condenadas

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

  • EM ALTA
  • COMENTÁRIOS
  • ÚLTIMAS
Fachada Banco do Brasil

Banco do Brasil confirma novo concurso para 2026 com salário que pode chegar a R$ 8 mil

Fachada PGE-BA

Governo da Bahia autoriza concurso com 185 vagas para Saeb, Seplan e PGE

Gilberto Badaró

Acordos diretos de precatórios na Bahia em 2026: o que o credor precisa saber

BR-342

Pedágio estimado em R$ 25 na BR-324 preocupa motoristas entre Salvador e Feira de Santana

Ilustração de crédito imobiliário

Bancos antecipam movimento e mercado imobiliário dá sinais de novo ciclo de crédito

Jerônimo Rodrigues. Rei Momo, José Rotodano e outros

Governador destaca impacto econômico do Carnaval da Bahia durante abertura oficial da folia em Salvador

Carnaval da Bahia

Saiba como se prevenir dos golpes financeiros no carnaval

Ilustração de crédito imobiliário

Bancos antecipam movimento e mercado imobiliário dá sinais de novo ciclo de crédito

Fachada Banco do Brasil

Banco do Brasil confirma novo concurso para 2026 com salário que pode chegar a R$ 8 mil

Jerônimo Rodrigues. Rei Momo, José Rotodano e outros

Governador destaca impacto econômico do Carnaval da Bahia durante abertura oficial da folia em Salvador

Sede Associação Comercial da Bahia

ACB lança pesquisa para ouvir empresários e alinhar atuação às demandas do setor produtivo

Mochila feita com abadás reaproveitados

Parceria promove reaproveitamento de resíduos têxteis do Carnaval com capacitação para mulheres em vulnerabilidade

Carnaval da Bahia

Saiba como se prevenir dos golpes financeiros no carnaval

Ilustração de crédito imobiliário

Bancos antecipam movimento e mercado imobiliário dá sinais de novo ciclo de crédito

Fachada Banco do Brasil

Banco do Brasil confirma novo concurso para 2026 com salário que pode chegar a R$ 8 mil

Jerônimo Rodrigues. Rei Momo, José Rotodano e outros

Governador destaca impacto econômico do Carnaval da Bahia durante abertura oficial da folia em Salvador

Sede Associação Comercial da Bahia

ACB lança pesquisa para ouvir empresários e alinhar atuação às demandas do setor produtivo

Mochila feita com abadás reaproveitados

Parceria promove reaproveitamento de resíduos têxteis do Carnaval com capacitação para mulheres em vulnerabilidade

PUBLICIDADE

COLUNISTAS

Gilberto Badaró

Acordos diretos de precatórios na Bahia em 2026: o que o credor precisa saber

André Machado - Maida Health

Por que controlar custos não basta para sustentar a saúde suplementar

Jorge Valente

Terapias injetáveis são seguras quando bem indicadas, afirma especialista

Miguel Gomes

Tecnologia impulsiona o despertar de lideranças em saúde no século 21

Miguel Gomes, CEO do Grupo Vivhas

Transformação digital na saúde: eficiência e experiência elevadas pela tecnologia

NOTAS DE BOLSO

Bandeira da FGV

FGV anuncia cursos gratuitos e online nas áreas de tecnologia, dados e inteligência artificial

Preparação de remessa da Shopee

Shopee amplia logística e reduz prazo médio de entrega em dois dias no Brasil

Refém da pobreza

BA de Valor

© 2024 BA de Valor. Todos os direitos reservados.

Institucional

  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies

Siga-Nos

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Atualidade
  • Economia
  • Negócios
  • Sua Chance
  • Inovação
  • Notas de Valor
  • Colunistas
  • Business Lounge
  • Quem Somos
  • Contato
  • Anuncie
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies

© 2024 BA de Valor. Todos os direitos reservados.