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Capa Economia

IPCA da RMS desacelera e apresenta deflação em junho

REDAÇÃO por REDAÇÃO
11/07/2023
em Economia, Economia Baiana
Tempo de Leitura: 2 minutos
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IPCA da RMS desacelera e apresenta deflação em junho

O grupo alimentação e bebidas (-0,67%) foi o que mais contribuiu para segurar a inflação de agosto na RM Salvador (Foto: Helena Pontes/Agência IBGE Notícias)

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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medida oficial da inflação, calculado pelo IBGE, foi de -0,23% na Região Metropolitana de Salvador (RMS) em junho. Ele teve forte desaceleração frente ao resultado de maio, quando tinha sido de 0,35%, registrando deflação.

O resultado do IPCA na RMS  foi o menor para um mês de junho desde o ínicio do Plano Real, em 1994. Além disso, foi a primeira deflação na região desde setembro/2022 (-0,32%).

Em junho, o IPCA da RMS foi menor que o registrado no Brasil como um todo (-0,08%) e teve a 6ª maior queda de preços entre os 16 locais investigados separadamente pelo IBGE. Destes, 11 apresentaram deflação no mês.

As maiores quedas de preço foram registradas nos municípios de Goiânia/GO (-0,97%), São Luís/MA (-0,62%) e Rio Branco/AC (-0,50%). Por outro lado, a maior inflação foi registrada na RM Belo Horizonte/MG (0,31%).

Com esse resultado, a inflação acumulada no primeiro semestre na RM Salvador está em 3,00%, acima da nacional (2,87%) e a 5ª maior entre os locais pesquisados. Já nos 12 meses encerrados em junho, o IPCA acumula alta de 2,70% na RMS e é o 7º mais elevado do país, abaixo do registrado no Brasil como um todo (3,16%).

Produtos

A deflação registrada em junho na Região Metropolitana de Salvador (-0,23%) foi resultado de quedas de preço disseminadas por 5 dos 9 grupos de produtos e serviços que compõem o IPCA.

O grupo alimentação e bebidas (-0,94%) apresentou a sua maior queda de preços desde maio de 2019 (que havia sido de -1,09%), tendo a maior redução e a contribuição mais relevante para a deflação em junho, na RMS.

O principal impacto no grupo veio das carnes (-4,40%), em especial, a alcatra (-6,42%). Também houve queda nos preços gerais das frutas (-2,43%), aves e ovos (-1,73%), cereais, leguminosas e oleaginosas (-2,44%) e óleos e gorduras (-4,80%). Por outro lado, alguns itens do grupo registraram altas relevantes, como o tomate (6,03%) e o leite longa vida (1,95%).

O grupo habitação (-0,36%) teve a segunda maior queda de preços e foi, também, a segunda principal influência na deflação geral na RMS. O gás de botijão (-3,88%) foi o item que, individualmente, mais puxou para baixo o IPCA na região no mês.

Por outro lado, entre os grupos que registraram aumento de preços na RMS em junho, o que mais contribuiu para segurar a deflação foi o de transportes (0,20%), influenciado pelo aumento geral no transporte público (3,38%), em especial, da passagem aérea (19,32%), que foi o item com a maior alta e que mais puxou o IPCA para cima no mês. O grupo registrou alta geral mesmo com queda no preço dos combustíveis (-1,30%).

O grupo educação (0,23%) teve o maior aumento de preços e foi a segunda maior influência para segurar a deflação na RMS. As atividades físicas (2,17%) exerceram a maior pressão inflacionária no grupo.

Tags: deflaçãoIBGEinflaçãoIPCASalvador
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