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Capa Economia Economia Baiana

Salvador é superada por Fortaleza e deixa de ter o maior PIB do Nordeste

REDAÇÃO por REDAÇÃO
16/12/2020
em Economia Baiana
Tempo de Leitura: 3 minutos
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A perda de posição de Salvador se explica, em parte, pela retração da indústria (Foto: José Paulo Lacerda/CNI)

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O Produto Interno Bruto (PIB) de Salvador foi estimado em R$ 63,5 bilhões, em 2018,  avançando nominalmente (considerando a variação dos preços) em relação aos R$62,8 bilhões em 2017 (+1,1%). Ainda assim, a cidade deixou deixou de ser a maior economia municipal da região Nordeste pela primeira vez, desde o início da série histórica do PIB dos Municípios, em 2002. Em 2018, a capital baiana foi ultrapassada por Fortaleza/CE, que apresentou um PIB de R$ 67,0 bilhões. Os dados são do IBGE.

Com isso, Salvador desceu um degrau no ranking dos maiores PIBs municipais do país, caindo de 9º para 10º lugar, considerando-se todas as 5.570 cidades, e de 8º para 9º lugar entre as 27 capitais. De uma forma geral, a capital baiana teve a 8ª  maior perda de participação no PIB nacional, de 0,95% em 2017 para 0,91% em 2018. São Paulo liderou esse movimento, passando de uma participação de 10,61% em 2017 para 10,20% em 2018.

Dentre os 10 municípios com maiores PIBs no país, apenas Osasco/SP (R$ 76,6 bilhões) não é uma capital. O município de São Paulo tem, historicamente, o maior valor, R$ 714,7 bilhões em 2018, representando 10,2% do PIB brasileiro – e mais de 11 vezes o PIB soteropolitano.

As perdas de participação e de posição por parte de Salvador nos PIBs nacional e nordestino, entre 2017 e 2018, se explicam, em parte, pela retração nominal da indústria na capital e, de forma mais importante, pela queda de participação nos serviços em geral.

Indústria

Em 2018, o valor adicionado bruto da indústria soteropolitana ficou em R$ 6,9 bilhões, mostrando um recuo nominal de 6,4% frente ao valor gerado em 2017 (R$7,4 bilhões). Com isso, a indústria perdeu peso na Economia de Salvador (de 13,53% do valor total gerado pelo PIB em 2017 para 12,54% em 2018). E a capital baiana, por sua vez, perdeu participação no setor em nível nacional (de 0,62% para 0,53% do valor adicionado pela indústria brasileira), regional (de 4,67% para 4,16% da indústria do Nordeste) e estadual (de 13,94% para 12,82% da indústria baiana).

O setor de serviços como um todo de Salvador (incluindo a administração pública) teve, em 2018, um valor adicionado bruto de R$ 48,2 bilhões, o que representou 87,4% do valor total gerado pela economia soteropolitana no ano. Houve um crescimento nominal de 2,2% frente a 2017 (quando o valor tinha sido de R$ 47,2 bilhões, representando 86,4% do total).

Mesmo assim, por esse crescimento ter sido menor do que o verificado em outros municípios, a capital perdeu participação no setor de serviços nacional (de 2,1% para 2,0%), do Nordeste (de 13,3% para 13,0%) e no próprio estado (de 49,7% para 48,1%, mantendo-se, nesse caso, ainda bastante relevante).

A Bahia tinha, em 2018, 3 cidades entre os 100 maiores PIBs municipais brasileiros. Além da capital (10º), Camaçari (39º maior PIB do país) e Feira de Santana (68º) também estavam neste grupo.

Frente ao ano anterior, o estado perdeu um município entre os 100 maiores PIBs. São Francisco do Conde, que tinha a 97ª maior economia do país em 2017, teve retração nominal no seu PIB, de R$ 10,1 bilhões para R$ 8,9 bilhões (-12,4%), e, apesar de se manter como o 4o maior PIB da Bahia, caiu para a 130ª posição nacional.

Região Metropolitana

Puxada pela capital, a Concentração Urbana de Salvador (que abrange também os municípios de Camaçari, Candeias, Dias d’Ávila, Lauro de Freitas, Madre de Deus, Mata de São João, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passé e Simões Filho) teve a segunda maior perda de participação no PIB nacional entre os anos de 2017 e 2018.

A região apresentou crescimento nominal no seu PIB, que cresceu de R$ 116,5 bilhões para R$ 118,0 bilhões (+1,3% de um ano para outro), porém passou a ter uma fatia menor na soma do país como um todo, de 1,8% para 1,7%. A perda de 0,1 ponto percentual ficou abaixo apenas da ocorrida na Concentração Urbana de São Paulo/SP, que passou de uma participação de 17,3% para 16,8% (-0,5 ponto percentual).

Por outro lado, nesse período, a Concentração Urbana do Rio de Janeiro/RJ teve o maior crescimento de participação no PIB do Brasil, de 7,7% para 8,1% (+0,4 ponto percentual).

Apesar da menor participação na economia nacional, a Concentração Urbana de Salvador ainda tinha, em 2018, o 8º maior PIB do país, e o maior do Nordeste. Ela se destaca no valor adicionado bruto dos serviços: R$ 71,5 bilhões em 2018, o 8o maior entre as concentrações urbanas, o maior do Nordeste e que representava 1,6% do total gerado pelo setor no país.

Tags: BahiaCamaçariCandeiasFortalezaIBGELauro de FreitasMadre de DeusMata de São JoãoPIBSalvadorSão Francisco do Conde
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