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Capa Economia Economia Baiana

Comércio da Bahia tem queda de quase 26% em abril, aponta IBGE

REDAÇÃO por REDAÇÃO
16/06/2020
em Economia Baiana
Tempo de Leitura: 3 minutos
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São 3 milhões de empregos diretos e indiretos no setor (Foto: Eduardo Peret/Agência IBGE Notícia)

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As vendas do varejo na Bahia tiveram, em abril,  as maiores quedas em 20 anos desde que foi iniciada a série histórica da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do IBGE, em 2000. Recuaram 17,4% em relação a março, na série livre de influências sazonais, e -25,6% na comparação com abril de 2019. O resultado é reflexo das medidas de isolamento social para o controle da pandemia de Covid-19.

De março para abril, o comércio varejista baiano (-17,4%) teve um resultado pior que o do Brasil como um todo, onde as vendas caíram -16,8%, também o maior recuo em 20 anos, com retrações em todas as 27 unidades da Federação. Amapá (-33,7%), Rondônia (-21,8%) e Ceará (-20,2%) tiveram os piores desempenhos. Por sua vez, Santa Catarina (-4,3%), Tocantins (-8,9%) e Roraima (-8,9%) mostraram as quedas menos acentuadas nas vendas do varejo.

Também na comparação de abril/20 com abril/19, o desempenho das vendas na Bahia (-25,6%) foi pior que o do Brasil como um todo (-16,8%) e a 5a queda mais acentuada entre os estados. Amapá (-42,8%), Rondônia (-40,8%) e Ceará (-33,8%) tiveram os piores resultados, enquanto Santa Catarina (-7,4%), Mato Grosso (-10,2%) e Mato Grosso do Sul (-12,4%) mostraram os menores recuos.

Com o desempenho de abril, as vendas do varejo baiano acumulam queda de -8,3% nos quatro primeiros meses de 2020, frente ao mesmo período de 2019. É também um resultado pior que o nacional (-3,0%) e o 5º recuo mais profundo entre os 27 estados.

No acumulado nos 12 meses encerrados em abril (frente aos 12 meses anteriores), o desempenho das vendas do comércio na Bahia passou a ser negativo (-0,7%), também abaixo do verificado no Brasil como um todo, onde ainda há uma variação positiva (0,7%).

Atividades do varejo 

Em abril, na Bahia, 7 das 8 atividades do varejo restrito (que exclui as vendas de automóveis e material de construção) tiveram quedas nas vendas, frente ao mesmo mês de 2019. Apenas as vendas de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,8%) tiveram variação positiva, a segunda seguida no ano de 2020.

Além disso, dos 7 segmentos com resultados negativos no estado, 6 tiveram suas maiores quedas nas vendas em 20 anos. A única exceção ficou com os Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-11,4%), que mostraram o recuo menos intenso no mês.

Com a terceira maior queda nas vendas em abril (-64,9%), o segmento de tecidos, vestuário e calçados foi, mais uma vez, o que mais contribuiu para o tombo histórico do varejo na Bahia. A segunda principal influência no resultado geral das vendas no estado veio do segmento de outros artigos de uso pessoal e doméstico (-62,0%). A atividade engloba parte representativa dos grandes sites de comércio on-line.

As maiores retrações nas vendas vieram dos segmentos de Livros, jornais, revistas e papelaria (-81,4%) e Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-69,0%). Apesar de terem relativamente pouca influência no desempenho geral do comércio baiano, são atividades que vêm com resultados negativos há bastante tempo e aprofundaram de forma significativa as quedas em março e abril.

Veículos  e material de construção  

Em abril, o volume de vendas do comércio varejista ampliado baiano recuou fortemente frente a março, na série livre de influências sazonais (-16,5%). Porém, mostrou um resultado levemente superior ao verificado de fevereiro para março (-19,7%), acima da média nacional (-17,5%) e também do varejo restrito no estado (-17,4%). Nessa comparação, todos os estados mostram recuos nas vendas do varejo ampliado.

Frente a abril de 2019, as vendas do varejo ampliado na Bahia também recuaram (-33,3%) com mais força que o varejo restrito (-25,6%), mostrando desempenho pior que o Brasil como um todo (-27,1%). Nesse confronto, o resultado do varejo ampliado no estado foi o pior desde o início da série histórica para esse indicador, em 2005.
Todos os estados apresentaram retração nas vendas do varejo ampliado em abril, frente ao mesmo mês do ano passado.

O desempenho das vendas do varejo ampliado baiano no acumulado de janeiro a abril de 2020 está negativo (-12,0%), frente a um resultado nacional de -6,9%. Nos 12 meses encerrados em abril, a vendas do varejo ampliado na Bahia também apresentam queda (-1,5%), mostrando um resultado pior que o do Brasil como um todo (0,8%).

O varejo ampliado engloba, além do varejo restrito, as vendas de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, para as quais não se consegue separar claramente o que é varejo do que é atacado. Na comparação com abril de 2019, as duas atividades tiveram quedas recordes de vendas na Bahia.

Veículos, motos, partes e peças mostraram um recuo de -57,0%, o maior da série histórica, iniciada em 2001. Já as vendas de materiais de construção caíram -23,6%, também a maior retração da série histórica, iniciada, para esse segmento, em 2005.

Tags: BahiacomércioCovid-19IBGEvarejoveículos
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