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Capa Negócios

Na contramão do país, receita do setor mineral da Bahia cresce no 1º trimestre

REDAÇÃO por REDAÇÃO
09/05/2022
em Negócios, Negócios Locais
Tempo de Leitura: 3 minutos
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O setor na Bahia registrou, no primeiro trimestre de 2022, uma receita  de R$ 2,2 bilhões (Foto: Carla Ornelas/GOVBA)

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A mineração baiana continua se destacando no cenário nacional. Na contramão da queda do faturamento brasileiro, o setor na Bahia registrou, no primeiro trimestre de 2022, uma receita  de R$ 2,2 bilhões, contra R$ 2,1 bilhões computados em igual período de  2021, o que representa um crescimento de 8%, conforme dados do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram).  Já o faturamento nacional teve uma queda de 20%.

O estado, que ocupa a terceira posição na lista de maiores arrecadadores de CFEM (Compensação Financeira pela Exploração Mineral) do país, vem se destacado, este ano, principalmente na produção de cobre, ouro, níquel e ferro que juntos representam mais de 70% de todo o valor arrecadado (até o fechamento desta matéria). Dos mais de R$ 54 milhões arrecadados de CFEM, mais de R$ 19 milhões vieram do cobre, R$ 10 milhões do ouro, R$ 5 milhões do níquel e mais R$ 3 milhões do ferro.

O cenário é diferente do que aconteceu com a mineração brasileira de forma geral. Na comparação entre o 1º trimestre de 2022 e o de 2021, estima-se que a produção em toneladas caiu 13% e o faturamento baixou 20%, de acordo com dados divulgados pelo Ibram. Para a instituição, alguns fatores contribuíram para estes resultados, a exemplo das medidas de isolamento decretadas pela China, em reação à pandemia de Covid-19, a queda na produção de minério de ferro, dentre outros.

“Quando a China promove alguma mudança na condução de suas políticas, a indústria mineral brasileira fica à mercê. Precisamos refletir se esta dependência não está em níveis excessivos”, avaliou Raul Jungmann, diretor-presidente do Ibram, na apresentação dos dados setoriais.

Investimentos

A previsão de investimentos no setor mineral também é motivo de comemoração. Conforme dados do Ibram, dos mais de U$$ 40 bilhões, estimados para o período de 2022 a 2026, em todo o país no setor mineral, aproximadamente U$$ 6 bilhões, o equivalente a quase R$30 bilhões, serão investidos na Bahia. A previsão é que 15% do que será investido na mineração do país, nos próximos quatro anos, sejam realizados aqui no estado, que ocupa a segunda colocação na lista dos que receberão mais investimentos. O primeiro é Minas Gerais, que concentrará 27% dos investimentos, boa parte destinada para solucionar os problemas relacionados a barragens.

Um dos exemplos é a Largo, produtora de vanádio no município de Maracás, que divulgou um plano de investimentos na Bahia, até 2032, na ordem de U$$590 milhões. Grande parte do orçamento (U$$360 milhões) será destinado à construção de uma fábrica de pigmentos de titânio, a ser instalada no Pólo Industrial de Camaçari, que aproveitará os resíduos produzidos da mina de vanádio. A outra parte (U$$230 milhões) será utilizada na expansão da produção de vanádio das atuais 12 mil toneladas, por ano, para 15.900 toneladas, a partir de 2030.

Outro destaque, é a Ero Brasil, antiga Mineração Caraíba, produtora de cobre nos municípios de Jaguarari, Juazeiro e Curaça, que investirá US$ 94,5 milhões para expansão de capacidade e melhoria de operações; engenharia (obras), máquinas e equipamentos para aprofundamento das minas subterrâneas de Pilar e Vermelhos; E a reabertura da mina a céu aberto de Surubim. A Ero Brasil ainda indica investimentos adicionais em pesquisa mineral no Vale do Curaçá: de US$ 35 milhões/ano.

Para o presidente da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), Antonio Carlos Tramm, os dados refletem o trabalho que vem sendo realizado nos últimos anos para alavancar a mineração em todo o estado, inclusive na área de pesquisa. A Bahia de acordo com dados na Agência Nacional de Mineração (ANM), foi o que mais investiu em pesquisa mineral nos anos de 2019 e 2020 – levando em consideração investimentos públicos e privados

“O avanço da mineração baiana se deve principalmente pela diversidade geológica do Estado. Em 2021, por exemplo, a Bahia liderou a produção de 19 tipos de substâncias. Isso reforça a importância da mineração para a economia do estado”, pontua Tramm, que também destaca que a mineração entre 2017 e 2022 está presente em mais de 200 municípios do estado.

Tags: Antonio Carlos TrammBahiaCBPMIbrammineração
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