BA de Valor
  • Atualidade
  • Economia
  • Negócios
  • Sua Chance
  • Inovação
  • Notas de Valor
Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Colunistas
  • Notas de Bolso
  • Business Lounge
  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Contato
  • Política de Privacidade
BA de Valor
  • Atualidade
  • Economia
  • Negócios
  • Sua Chance
  • Inovação
  • Notas de Valor
Sem resultado
Ver todos os resultados
BA de Valor
PUBLICIDADE
Capa Economia Economia Brasileira

Arrecadação federal cresce 9,55% e chega a R$231,04 bilhões em julho

No acumulado de janeiro a julho, valor arrecadado também foi recorde

REDAÇÃO por REDAÇÃO
22/08/2024
em Economia Brasileira
Tempo de Leitura: 4 minutos
A A
0
Share on FacebookShare on Twitter

A  arrecadação da União com impostos e outras receitas teve recorde para o mês de julho, alcançando R$231,04 bilhões, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (22) pela Receita Federal. O resultado representa aumento real de 9,55%, ou seja, descontada a inflação, em valores corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em comparação com julho de 2023.

Também é o melhor desempenho arrecadatório para o acumulado de janeiro a julho. No período, a arrecadação alcançou o valor de R$ 1,53 trilhão, representando um acréscimo pelo IPCA de 9,15%.

Os dados sobre a arrecadação estão disponíveis no  site da Receita Federal.

Quanto às receitas administradas pelo órgão, o valor arrecadado no mês passado ficou em R$ 214,79 bilhões, representando acréscimo real de 9,85%. No acumulado do ano, arrecadação da Receita alcançou R$ 1,45 trilhão, alta real de 9,07%.

Os resultados foram influenciados positivamente pelas variáveis macroeconômicas, resultado do comportamento da atividade produtiva e, de forma atípica, pela tributação dos fundos exclusivos, atualização de bens e direitos no exterior e pelo retorno da tributação do Programa de Integração Social/Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (PIS/Cofins) sobre combustíveis.

Ainda, houve aumento da arrecadação no mês em razão da situação de calamidade ocorrida no Rio Grande do Sul, pela prorrogação dos prazos para o recolhimento de tributos em alguns municípios gaúchos. Por outro lado, a situação levou à perda de arrecadação no acumulado do ano. O estado foi atingido por enchentes nos meses de abril e maio, o pior desastre climático da sua história, com a destruição de estruturas e impacto a famílias e empresas. Dos 497 municípios gaúchos, 478 foram afetados.

“Sem considerar os pagamentos atípicos, haveria um crescimento real de 6,77% na arrecadação do período acumulado e de 8,28% na arrecadação do mês de julho”, informou a Receita Federal.

Receitas atípicas

No acumulado do ano, a Receita Federal estima em R$ 7,3 bilhões a perda de arrecadação com o diferimento de tributos federais em razão dos decretos de calamidade pública dos municípios do Rio Grande do Sul.

Considerando apenas o mês de julho, houve uma receita extra de R$ 700 milhões pela prorrogação dos prazos para o recolhimento de tributos em alguns municípios gaúchos. Contribuições previdenciárias com vencimentos em abril, maio e junho de 2024 foram postergadas para julho, agosto e setembro de 2024, respectivamente. Enquanto o Simples Nacional com vencimento em maio foi postergado para junho e o com vencimento em junho foi postergado para julho.

Contribuindo para melhorar a arrecadação, em julho, houve recolhimento extra de R$ 270 milhões do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) – Rendimentos de Capital, referente à tributação de fundos exclusivos, o que não ocorreu no mesmo mês de 2023. De janeiro a julho, essa arrecadação extra chegou a R$ 13 bilhões. A lei que muda o Imposto de Renda incidente sobre fundos de investimentos fechados e sobre a renda obtida no exterior por meio de offshores foi sancionada em dezembro do ano passado.

Ainda assim, no total do mês de julho, a arrecadação do IRRF-Rendimento de Capital teve redução de 1,11% em relação a julho de 2023, alcançando R$ 8,75 bilhões, resultado, principalmente, da queda de receitas de aplicações e fundos de renda fixa. Já no acumulado do ano, a arrecadação com esse item chega a R$ 81,93 bilhões, crescimento real de 17,83%, sendo R$ 13 bilhões decorrentes da tributação dos fundos exclusivos.

Com base na mesma lei das offshores, as pessoas físicas que moram no Brasil e mantêm aplicações financeiras, lucros e dividendos de empresas controladas no exterior tiveram até 31 de maio para atualizar seus bens e direitos no exterior. Com isso, no acumulado do ano, o Imposto de Renda Pessoa Física apresentou uma arrecadação de R$ 45,36 bilhões, com crescimento real de 18,14%. Só com a regularização, foram arrecadados R$ 7,49 bilhões.

A reoneração das alíquotas do PIS/Pasep (Programa de Integração Social/Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) sobre combustíveis contribuiu para evitar a perda de arrecadação. Em julho de 2023, a desoneração com esses tributos foi de R$ 3 bilhões.

Por outro lado, em julho de 2023 houve receita de R$ 1,07 bilhão do imposto de exportação de óleo bruto, o que não houve em julho deste ano. No acumulado do ano de 2024, a perda de arrecadação com esse item chegou a R$ 3,57 bilhões do imposto de exportação sobre óleo bruto, a qual integrava essa agregação.

Outros destaques

Também foram destaque da arrecadação de julho o PIS/Pasep e a Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), que apresentaram, no conjunto, uma arrecadação de R$ 45,26 bilhões no mês passado, representando crescimento real de 22,04%. No acumulado do ano, o PIS/Pasep e a Cofins arrecadaram R$ 302,46 bilhões. O desempenho é explicado, entre outros aspectos, pelo retorno da tributação incidente sobre os combustíveis e pela atividade produtiva, com aumento na venda de bens e serviços.

No mês passado, houve crescimento de recolhimentos do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL), que incide sobre o lucro das empresas. A arrecadação somou R$ 52,15 bilhões, com crescimento real de 6,2% sobre o mesmo mês de 2023. O resultado é explicado pelo acréscimo real de 8,04% na arrecadação do balanço trimestral e de 9,67% do lucro presumido.

Já a Receita Previdenciária totalizou uma arrecadação de R$ 53,559 bilhões em julho, com crescimento real de 6,04%. Esse resultado se deve à alta real de 5,81% da massa salarial e a postergação do pagamento para municípios gaúchos, além do crescimento de 15% no montante das compensações tributárias com débitos de receita previdenciária, no período de janeiro a julho de 2024 em relação ao mesmo período do ano anterior.

No acumulado do ano, a Receita Previdenciária teve aumento real de 5,45%, chegando a R$ 371,69 bilhões.


Leia também: Comunidade rural ganha investimentos para o desenvolvimento da mandiocultura

Tags: IPCAReceita Federal
Artigo Anterior

Partiu Estágio convoca mais 822 universitários

Próximo Artigo

Receita abre nesta sexta consulta ao 4º lote do Imposto de Renda

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Navio cargueiro
Economia

Mercado global de algodão entra em 2026 sob pressão geopolítica e incertezas climáticas

Homem fazendo cáçculos com uma maquina tenhdo ao lado pilhas de moedas
Economia

Educação financeira ganha protagonismo diante do avanço do endividamento no Brasil

Trabalhadores da construção civil
Economia

Construção civil perde quase 600 mil trabalhadores desde 2010 e acende alerta no setor

Próximo Artigo

Receita abre nesta sexta consulta ao 4º lote do Imposto de Renda

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

  • EM ALTA
  • COMENTÁRIOS
  • ÚLTIMAS
Index 2026

INDEX 2026 é aberto em Salvador com foco em inovação e competitividade industrial

Carlos Henrique Passos, Vladson Menezes, Clécio Eloy, Bernardo Araújo, Carlos de Freitas Alfano Neto

FIEB, Braskem, Acelen e Casa dos Ventos firmam acordo para impulsionar indústria verde na Bahia

Daltro Junior e Roberto Meirelles

Salvador ganha espaço inovador de recovery esportivo com foco em performance e bem-estar

Auditório do Index 2026

Braskem destaca agenda estratégica no INDEX Bahia 2026 com foco em energia, sustentabilidade e indústria

Bahia Origem Week

Bahia Origem Week 2026 reúne gastronomia, turismo e negócios no Centro de Convenções Salvador

Representantes de embaixadas

Representantes de Embaixadas da União Europeia visitam unidade da Braskem em Camaçari

Carlos Henrique Passos

Index Bahia destaca inovação, sustentabilidade e protagonismo industrial no Nordeste

Homem usando oculos de realidade aumentada

Realidade aumentada transforma experiência no Salão Imobiliário da Bahia

Carlos Henrique Passos, Vladson Menezes, Clécio Eloy, Bernardo Araújo, Carlos de Freitas Alfano Neto

FIEB, Braskem, Acelen e Casa dos Ventos firmam acordo para impulsionar indústria verde na Bahia

Ação Maio Amarelo

Maio Amarelo mobiliza Bahia com ações educativas e campanhas por um trânsito mais seguro

Evento na Uninassau

UNINASSAU Salvador promove Feira de Trabalhabilidade com vagas, palestras e oficinas gratuitas

Bahia Origem Week

Bahia Origem Week 2026 reúne gastronomia, turismo e negócios no Centro de Convenções Salvador

Carlos Henrique Passos

Index Bahia destaca inovação, sustentabilidade e protagonismo industrial no Nordeste

Homem usando oculos de realidade aumentada

Realidade aumentada transforma experiência no Salão Imobiliário da Bahia

Carlos Henrique Passos, Vladson Menezes, Clécio Eloy, Bernardo Araújo, Carlos de Freitas Alfano Neto

FIEB, Braskem, Acelen e Casa dos Ventos firmam acordo para impulsionar indústria verde na Bahia

Ação Maio Amarelo

Maio Amarelo mobiliza Bahia com ações educativas e campanhas por um trânsito mais seguro

Evento na Uninassau

UNINASSAU Salvador promove Feira de Trabalhabilidade com vagas, palestras e oficinas gratuitas

Bahia Origem Week

Bahia Origem Week 2026 reúne gastronomia, turismo e negócios no Centro de Convenções Salvador

PUBLICIDADE

COLUNISTAS

Flávia Marimpietri

Dia Mundial do Consumidor reforça importância da informação para garantir direitos

Betânia Miguel Teixeira Cavalcante

A urgência da reforma do Código Civil e seus impactos sobre a vida jurídica contemporânea

Dra. Ana Paula Teixeira

Mulheres ganham 21% menos e representam 60% dos casos de burnout no país

Gilberto Badaró

Acordos diretos de precatórios na Bahia em 2026: o que o credor precisa saber

Gilberto Badaró

Acordos diretos de precatórios na Bahia em 2026: o que o credor precisa saber

NOTAS DE BOLSO

Bandeira da FGV

FGV anuncia cursos gratuitos e online nas áreas de tecnologia, dados e inteligência artificial

Preparação de remessa da Shopee

Shopee amplia logística e reduz prazo médio de entrega em dois dias no Brasil

Refém da pobreza

BA de Valor

© 2024 BA de Valor. Todos os direitos reservados.

Institucional

  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies

Siga-Nos

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Atualidade
  • Economia
  • Negócios
  • Sua Chance
  • Inovação
  • Notas de Valor
  • Colunistas
  • Business Lounge
  • Quem Somos
  • Contato
  • Anuncie
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies

© 2024 BA de Valor. Todos os direitos reservados.