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Capa Economia Economia Baiana

Vendas do varejo na Bahia têm alta de 16,4%, diz IBGE

REDAÇÃO por REDAÇÃO
11/08/2021
em Economia Baiana
Tempo de Leitura: 4 minutos
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A taxa mais positiva veio mais uma vez do segmento de tecidos, vestuário e calçados (Foto: Rovena Rosa/Ag. Brasil)

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As  vendas do varejo na Bahia voltaram a cair (-2,8%) em junho  frente ao mês anterior, na série livre de influências sazonais. Foi o primeiro resultado negativo nessa comparação, depois de dois avanços seguidos (11,2% de março para abril e 3,5% de abril para maio), segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do IBGE. Apesar da retração de maio para junho, o volume de vendas do comércio varejista na Bahia se manteve 1,7% acima do patamar verificado no pré-pandemia, em fevereiro de 2020.

O desempenho do varejo baiano seguiu positivo também na comparação de junho/21 com junho/20, com avanço de 16,4%. Foi o quarto maior crescimento para o estado, nessa comparação, em toda a série histórica da PMC, iniciada em 2001 para o indicador interanual. O resultado veio, porém, em cima de uma queda importante verificada em junho de 2020, frente ao mesmo mês de 2019 (-12,5%).

Foi o terceiro avanço consecutivo nas vendas do varejo baiano, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, bem superior ao do país como um todo (6,3%) e o quinto maior entre os estados.

Frente a junho de 2020, Amapá (29,1%), Piauí (21,4%) e Acre (19,0%) mostraram os maiores crescimentos, enquanto Tocantins (-19,1%), Amazonas (-4,5%) e Maranhão (-1,8%) registraram as quedas mais profundas.

Com o desempenho do mês, o varejo baiano acumula alta de 10,6% nas vendas, no primeiro semestre de 2021, frente ao mesmo período do ano anterior. Foi o maior crescimento de vendas no estado, para um primeiro semestre, em 11 anos – desde 2010, quando a taxa havia sido de 11,6%. O resultado na Bahia ficou ainda acima do nacional (6,7%)

O desempenho das vendas do varejo na Bahia também se manteve positivo no acumulado nos 12 meses encerrados em junho (frente aos 12 meses anteriores), com alta de 5,7% (frente a 3,5% até maio). O Brasil como um todo tem avanço de 5,9% nos 12 meses encerrados em junho.

Atividades

Em junho, na Bahia, o cenário do comércio varejista se mostrou muito parecido com os registrados em abril e maio. Pelo terceiro mês consecutivo, 7 das 8 atividades do varejo restrito (que exclui as vendas de automóveis e material de construção) tiveram aumentos nas vendas, frente ao mesmo mês de 2020.

A taxa mais positiva veio mais uma vez do segmento de tecidos, vestuário e calçados (287,5%), que teve o segundo maior crescimento de toda a série histórica (iniciada em 2001), superando com folga a queda que havia sido registrada em junho de 2020, frente ao mesmo mês de 2019 (-79,4%).

Com esse terceiro forte avanço, a atividade sustentou crescimento das vendas no acumulado no primeiro semestre de 2021 (43,1%), frente ao mesmo período do ano passado, e mostrou, pela primeira vez desde abril de 2020, aumento das vendas no acumulado em 12 meses (4,7%).

Com a segunda maior alta, as vendas de outros artigos de uso pessoal e doméstico (50,1%) tiveram também a segunda principal contribuição para o bom resultado geral do varejo baiano em junho.

A atividade, que concentra as vendas dos grandes varejistas on-line, apresentou seu quarto crescimento consecutivo e também tem resultados positivos tanto no primeiro semestre (37,4%) quanto nos 12 meses encerrados em junho (18,2%).

Assim como vem ocorrendo desde abril, o único resultado negativo do varejo restrito baiano em junho 21/junho 20 veio dos hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-9,1%).

Segmento de maior peso na estrutura do comércio na Bahia, ele mostrou o oitavo resultado negativo consecutivo (recua desde novembro de 2020) e acumula perda de -9,3% no primeiro semestre de 2021, segundo pior resultado entre as atividades, à frente apenas de livros, jornais, revistas e papelaria (-31,3%). Os dois segmentos são os únicos que recuam no primeiro semestre, na Bahia.

Vendas do varejo ampliado  

Em junho, assim como ocorreu com o varejo restrito, o volume de vendas do comércio varejista ampliado baiano voltou a cair (-1,6%) após dois avanços seguidos frente ao mês anterior, na série livre de influências sazonais. Ainda assim, o recuo foi menor do que o verificado no país como um todo (-2,3%).

Frente ao mesmo mês do ano anterior, as vendas do varejo ampliado na Bahia seguiram em alta em junho (22,4%). Foi um resultado melhor que o do Brasil como um todo (11,5%) e o quarto aumento consecutivo para o estado.

Foi ainda o quarto maior avanço das vendas do varejo ampliado desde o início da série histórica da PMC para esse indicador, em 2005. Entretanto, esse crescimento se deu em cima da também forte queda registrada em junho de 2020, frente ao mesmo mês de 2019 (-12,5%).

O varejo ampliado engloba, além do varejo restrito, as vendas de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, para as quais não se consegue separar claramente o que é varejo do que é atacado.

No confronto com junho de 2020, as vendas de veículos na Bahia apresentaram o quinto crescimento consecutivo (72,9%). O estado teve, mais uma vez, o segundo maior aumento das vendas de veículos entre as 12 unidades da Federação onde a atividade é pesquisada, abaixo só de Pernambuco (99,3%)

Foi também o terceiro maior crescimento da venda de veículos da série histórica, iniciada em 2001. Porém, o aumento se deu em cima de uma forte queda (-34,7%) em junho 20/junho 19.

Já as vendas de material de construção recuaram na Bahia, em junho (-20,9%), mostrando o primeiro resultado negativo depois de três avanços consecutivos e o recuo mais intenso dentre os 12 estados onde o segmento é investigado. Em junho de 2020/junho 2019, as vendas de materiais de construção haviam crescido na Bahia (42,1%).

No primeiro semestre de 2021, o varejo ampliado da Bahia seguiu em alta (16,6%), com um resultado superior ao do Brasil como um todo (12,3%). Nos 12 meses encerrados em junho, também foi mantido o avanço (6,1%), acelerando em relação aos 12 meses encerrados em maio (3,4%), porém ainda num patamar inferior ao nacional (7,9%).

Tags: BahiacomércioIBGEvarejo
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