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Educação: como o tema violência doméstica durante a pandemia pode aparecer nas redações de vestibular?

REDAÇÃO por REDAÇÃO
19/05/2022
em Atualidade
Tempo de Leitura: 3 minutos
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Educação: como o tema violência doméstica durante a pandemia pode aparecer nas redações de vestibular?
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O Brasil apresenta um problema sintomático que se arrasta desde muito tempo atrás: a violência. Sobretudo a violência direcionada a grupos minoritários específicos como negros, a população LGBTQI+ e também as mulheres.

O machismo, a violência doméstica e a violência feminina de maneira geral, assim como os outros tipos de violência mencionados acima, são sintomáticos do país, de maneira que são necessárias mais do que apenas punições para este tipo de crime.

Não que avanços no campo legal e legislativo não sejam extremamente importantes para o combate ao feminicídio, a violência e o abuso sexual, como a lei maria da penha, mas junto com este tipo de medida existe uma necessidade cabal de se educar e instruir a população.

Apesar de problemas oriundos da violência serem sintomáticos do país, durante a pandemia houve uma certa alteração nos dados e taxas de casos de violência doméstica, feminicídio e violência direcionada à mulher, especificamente.

Desta maneira, é extremamente provável que um dos temas oriundos da pandemia que podem aparecer em redações de vestibular, como por exemplo no caso do ENEM, seja a violência doméstica e os casos de violência contra a mulher neste período.

O primeiro passo para compreender como desenvolver este tipo de texto dissertativo-argumentativo e de desenvolver uma redação sobre violência doméstica na pandemia é se basear em dados concretos.

O lar como ambiente hostil

Uma das maiores razões pelas quais especialistas, estudiosos e diversas pesquisas apontam que houve um aumento considerado relativamente significante na questão da violência doméstica neste período de pandemia é:

Com o isolamento social, o fechamento do comércio e todas as outras restrições sanitárias que confinaram grande parte dos brasileiros aos seus lares, mulheres alvos de violência passaram a estar na presença de seu agressor por mais tempo durante o dia.

Isso representa uma grande ameaça para a figura feminina durante a pandemia, visto que se a mulher é alvo de violência por seu parceiro, o seu lar é o lugar onde sua segurança está mais comprometida.

Desta maneira, este dado é extremamente importante para se desenvolver uma redação sobre violência contra as mulheres em um contexto de pandemia. Mais tempo com os agressores, mais possíveis casos de agressão, é uma lógica simples.

Sendo assim, uma redação ou um TCC sobre a violência feminina no país deve ter todo o contexto de pandemia em mente e todo o impacto que o isolamento social teve neste tipo de crime.

De acordo com reportagem publicada na plataforma Agência Brasil, para diversos pesquisadores como Amanda Pimentel, do fórum brasileiro de segurança pública, a violência doméstica tem padrões antigos que foram intensificados com a pandemia.

Com isso, um país que já possui um grande histórico de violência doméstica, passa a enfrentar simultaneamente duas pandemias: uma sanitária e outra de violência.

Queda no número de casos notificados

Um dos dados mais intrigantes em todo este contexto é: a taxa de casos de violência doméstica notificados para a delegacia de polícia mostrou uma relativa queda durante a pandemia.

Como isso ocorre, visto que na prática o número de casos aumentou? Como as notificações diminuíram sendo que as mulheres estavam mais tempo dentro de casa?

A resposta para isso está justamente na segunda pergunta realizada. Para realizar notificações sobre crimes de violência doméstica, é necessária a presença da mulher na delegacia para realização de exames específicos.

Com toda a pandemia, as restrições sociais e a interrupção no funcionamento de diversos órgãos públicos e, claramente, com a ameaça dentro do lar, as vítimas certamente se sentiram mais acanhadas do que nunca de se dirigir à delegacia para realizar um B.O.

Como combater este tipo de fenômeno social?

Assim como foi afirmado no começo da reportagem, para contornar um quadro sintomático de violência, é necessário mais do que apenas punições e um grande trabalho legislativo, mas sim um trabalho de base voltado para a educação e conscientização.

Portanto, o investimento em campanhas de conscientização, em educação no nível de base, na promoção de inclusão e das diferenças é um dos trabalhos mais necessários para a manutenção de uma sociedade saudável.

Tags: BrasilEnempandemiaviolência
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