BA de Valor
  • Atualidade
  • Economia
  • Negócios
  • Sua Chance
  • Inovação
  • Notas de Valor
Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Colunistas
  • Notas de Bolso
  • Business Lounge
  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Contato
  • Política de Privacidade
BA de Valor
  • Atualidade
  • Economia
  • Negócios
  • Sua Chance
  • Inovação
  • Notas de Valor
Sem resultado
Ver todos os resultados
BA de Valor
PUBLICIDADE
Capa Economia Economia Brasileira

Desemprego fica em 14,1% e atinge 14 milhões de pessoas no país

REDAÇÃO por REDAÇÃO
28/01/2021
em Economia Brasileira
Tempo de Leitura: 4 minutos
A A
0

Cerca de 33,5 milhões de pessoas estavam no mercado de trabalho informal (Foto: Helena Pontes/Agência IBGE Notícias)

Share on FacebookShare on Twitter

A taxa de desemprego foi de 14,1% no trimestre encerrado em novembro de 2020, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada hoje (28) pelo IBGE. A taxa foi a mais alta para esse trimestre móvel desde o início da série histórica da pesquisa, em 2012. Em relação ao trimestre encerrado em agosto (14,4%), o cenário é de estabilidade. Na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior (11,2%), o aumento é de 2,9 pontos percentuais. O número de desempregados foi estimado em 14 milhões.

Já o número de pessoas ocupadas aumentou 4,8% no trimestre encerrado em novembro e chegou a 85,6 milhões. São 3,9 milhões de pessoas a mais no mercado de trabalho em relação ao trimestre anterior. Com isso, o nível de ocupação subiu para 48,6%.

De acordo com a analista da pesquisa, Adriana Beringuy, o crescimento da ocupação é explicado pelo retorno das pessoas ao mercado de trabalho após a flexibilização das medidas adotadas para combate da pandemia de Covid-19 e pela sazonalidade de fim de ano especialmente no comércio.

“O crescimento da população ocupada é o maior de toda a série histórica. Isso mostra um avanço da ocupação após vários meses em que essa população esteve em queda. Essa expansão está ligada à volta das pessoas ao mercado que estavam fora por causa do isolamento social e ao aumento do processo de contratação do próprio período do ano, quando há uma tendência natural de crescimento da ocupação”, explica.

O aumento na ocupação atingiu nove dos dez grupos de atividades observados na pesquisa, mas foi mais intenso no Comércio: mais 854 mil pessoas passaram a trabalhar no setor no trimestre encerrado em novembro. “O Comércio nesse trimestre, assim como no mesmo período do ano anterior, foi o setor que mais absorveu as pessoas na ocupação, causando reflexos positivos para o trabalho com carteira no setor privado que, após vários meses de queda, mostra uma reação”, ressalta.

A Indústria Geral (4,4%, ou mais 465 mil pessoas) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,6%, ou mais 427 mil pessoas) também se destacaram no aumento da população ocupada. “Além do Comércio, outras oito atividades econômicas investigadas pela pesquisa cresceram significativamente na ocupação, mostrando que esse processo de absorção de trabalhadores também avançou em outros setores, como Construção (8,4%, ou mais 457 mil pessoas), Transporte, armazenagem e correio (5,9%, ou mais 238 mil pessoas) e Alojamento e alimentação (10,8%, ou mais 400 mil pessoas)”, diz a pesquisadora.

A maior parte do crescimento da ocupação veio novamente do mercado informal. Um exemplo é o número de empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada, que cresceu 11,2%, somando agora 9,7 milhões. Com esse acréscimo, a taxa de informalidade chegou a 39,1% da população ocupada, o que representa 33,5 milhões de trabalhadores informais no país. No trimestre anterior, a taxa foi de 38%.

“Os trabalhadores informais foram os mais afetados no começo da pandemia e também foram os que mais cedo retornaram a esse mercado. A população informal nesse mês de novembro corresponde a cerca de 62% do crescimento da ocupação total e, no trimestre encerrado em outubro, respondia por quase 89% da reação da ocupação. Então, a informalidade passa a ter uma participação menor em função da reação da carteira de trabalho assinada”, explica.

O contingente de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada aumentou 3,1% (895 mil pessoas a mais) e agora soma 30 milhões. No mesmo período, a categoria dos trabalhadores domésticos aumentou 5,1% e agora é formada por 4,8 milhões de pessoas. Também houve crescimento de 1,4 milhão de pessoas no contingente de trabalhadores por conta própria, que chegou a 22,9 milhões. No entanto, se comparado ao mesmo período de 2019, essa categoria perdeu 1,7 milhão de pessoas.

“Embora haja esse crescimento na ocupação nesse trimestre, quando a gente confronta a realidade de novembro de 2020 com o mercado de trabalho de novembro de 2019, as perdas na ocupação ainda são muito significativas”, afirma Beringuy, que ressalta que atividades como Alojamento e alimentação, Serviços domésticos e o próprio Comércio ainda acumulam perdas anuais relevantes.

O contingente total de pessoas ocupadas no país caiu 9,4% na comparação com o trimestre encerrado em novembro de 2019, o que representa uma redução de 8,8 milhões de pessoas. “O avanço da ocupação é significativo, tanto em aspectos quantitativos quanto qualitativos, uma vez que vimos o crescimento da população com carteira assinada e a sua disseminação por diversas atividades. Mas a gente ainda está bem distante de um cenário pré-pandemia”, completa.

População fora da força

A pesquisa também apontou que a população fora da força caiu 3,4%, uma retração de 2,7 milhões de pessoas quando comparada com o trimestre anterior. Já em relação ao mesmo período de 2019, o contingente cresceu 17,3%, ou 11,3 milhões de pessoas a mais.

Também houve redução na força de trabalho potencial, que inclui pessoas que não estavam nem ocupadas nem desocupadas, mas que possuíam potencial para se transformar em força de trabalho. Esse grupo caiu 15,8% frente ao trimestre anterior, o que representa uma redução de 2,1 milhões de pessoas.

Subgrupo de pessoas da força de trabalho potencial, os desalentados foram estimados em 5,7 milhões, ficando estável em relação ao último trimestre. Se comparado ao mesmo trimestre do ano anterior, quando havia no país 4,7 milhões de pessoas desalentadas, houve um crescimento de 22,9%.

Tags: IBGE
Artigo Anterior

Estado antecipa pagamento de aposentados e pensionistas em janeiro

Próximo Artigo

IGP-M acumula inflação de 25,71% em 12 meses, revela pesquisa da FGV

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Cédulas de real
Economia

Governo libera FGTS bloqueado de trabalhadores do saque-aniversário

Senadores Randolfe Rodrigues, Renan Calheiros e David Alcolumbre
Atualidade

Isenção de IR para quem ganha até R$ 5 mil segue para sanção

Sede do Banco Central do Brasil
Economia

Copom decide nesta quarta se mantém Taxa Selic em 15% ao ano

Próximo Artigo
Ilustração de inflação

IGP-M acumula inflação de 25,71% em 12 meses, revela pesquisa da FGV

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

  • EM ALTA
  • COMENTÁRIOS
  • ÚLTIMAS
Tribunal de Justiça de São Paulo

Posse pode virar propriedade: Justiça reconhece usucapião até em imóveis de herança

Refinaria de Mataripe

Bahia vai inaugurar duas novas refinarias e se consolida como polo estratégico de óleo e gás

Salvador, Bahia

“CPF dos imóveis”: novo cadastro nacional promete simplificar registros e reforçar combate à sonegação

Ilustrção de imposto de renda

Novas leis entram em vigor em 2026 e mudam Imposto de Renda e sistema tributário no Brasil

Porto na China

China impõe cotas à importação de carne bovina e Brasil terá limite anual de 1 milhão de toneladas

Bomba posto de gasolina

Alta do ICMS entra em vigor e combustíveis ficam mais caros no início de 2026

Wellington César Lima e Silva

Nome de Wellington César Lima e Silva ganha força para o Ministério da Justiça

Dr. Leonardo Kruschewsky,

Livro “Dr. Aprendiz”, de Leonardo Kruschewsky, concorre ao Prêmio Ecos da Literatura

Parlamento Europeu

União Europeia avança para acordo de livre-comércio com o Mercosul após mudança de postura da Itália

Pedro Zinner e Mateus Scherer

Stone anuncia troca no comando e mercado reage com cautela

Instituto Inhotim

Instituto Inhotim entra na lista do New York Times de destinos para conhecer em 2026

Mariangela Hungria

Pesquisadora da Embrapa, Mariangela Hungria é indicada ao “Nobel” da Agricultura

Wellington César Lima e Silva

Nome de Wellington César Lima e Silva ganha força para o Ministério da Justiça

Dr. Leonardo Kruschewsky,

Livro “Dr. Aprendiz”, de Leonardo Kruschewsky, concorre ao Prêmio Ecos da Literatura

Parlamento Europeu

União Europeia avança para acordo de livre-comércio com o Mercosul após mudança de postura da Itália

Pedro Zinner e Mateus Scherer

Stone anuncia troca no comando e mercado reage com cautela

Instituto Inhotim

Instituto Inhotim entra na lista do New York Times de destinos para conhecer em 2026

Mariangela Hungria

Pesquisadora da Embrapa, Mariangela Hungria é indicada ao “Nobel” da Agricultura

PUBLICIDADE

COLUNISTAS

Jorge Valente

Terapias injetáveis são seguras quando bem indicadas, afirma especialista

Miguel Gomes

Tecnologia impulsiona o despertar de lideranças em saúde no século 21

Miguel Gomes, CEO do Grupo Vivhas

Transformação digital na saúde: eficiência e experiência elevadas pela tecnologia

Miguel Gomes

Tecnologia, sustentabilidade e humanização: o que está no centro da saúde digital?

Inteligência Artificial: a nova fronteira da fidelização de pacientes na saúde

Inteligência Artificial: a nova fronteira da fidelização de pacientes na saúde

NOTAS DE BOLSO

Bandeira da FGV

FGV anuncia cursos gratuitos e online nas áreas de tecnologia, dados e inteligência artificial

Preparação de remessa da Shopee

Shopee amplia logística e reduz prazo médio de entrega em dois dias no Brasil

Refém da pobreza

BA de Valor

© 2024 BA de Valor. Todos os direitos reservados.

Institucional

  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies

Siga-Nos

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Atualidade
  • Economia
  • Negócios
  • Sua Chance
  • Inovação
  • Notas de Valor
  • Colunistas
  • Business Lounge
  • Quem Somos
  • Contato
  • Anuncie
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies

© 2024 BA de Valor. Todos os direitos reservados.