A Walt Disney Company anunciou nesta terça-feira a demissão de cerca de 1.000 funcionários em diferentes áreas do grupo. A decisão foi comunicada pelo novo CEO, Josh D’Amaro, como parte de um plano para tornar a operação mais eficiente diante das mudanças estruturais no setor.
A medida reflete a pressão enfrentada pela companhia com a queda nas receitas da TV tradicional e o desempenho mais fraco das bilheterias, em um cenário de migração acelerada do público para plataformas digitais.
Reestruturação e eficiência
Os cortes atingem áreas como marketing, estúdios de cinema, televisão, ESPN, além dos setores de produtos e tecnologia. Funcionários começaram a ser notificados nesta semana, incluindo equipes que já haviam passado por ajustes recentes.
A nova rodada de demissões ocorre após a eliminação de 7.000 postos em 2023, quando a empresa implementou um plano de economia de US$ 5,5 bilhões para conter perdas no streaming.
Movimento global no setor
A Disney não está sozinha. Outras gigantes do entretenimento, como a Warner Bros. Discovery e a Paramount Global, também vêm adotando estratégias semelhantes de ajuste, diante da forte transformação no consumo de mídia.
A mudança de comportamento do público, cada vez mais voltado ao digital, tem pressionado modelos tradicionais de negócio, exigindo reestruturações e foco em eficiência.
Novo posicionamento em 2026
O movimento sinaliza uma postura mais conservadora da Disney em 2026, com prioridade para controle de custos e direcionamento de investimentos para áreas consideradas estratégicas.
Analistas acompanham agora se as medidas serão suficientes para sustentar as margens da empresa em um mercado cada vez mais competitivo e dinâmico.
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