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Capa Atualidade

A cervejaria que vai ‘contra a maré da mesmice’

REDAÇÃO por REDAÇÃO
25/03/2022
em Atualidade
Tempo de Leitura: 3 minutos
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Débora, profissional da cervejaria Proa na fábrica

Para Débora, a receita do sucesso é atrelada a vários fatores, principalmente à resiliência (Fotos: Divulgação)

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Por ANDERSON ORRICO

De olho nas regiões Norte e Sul do estado, Proa Cervejaria pretende expandir a distribuição na Bahia e aposta na qualidade da cerveja artesanal para conquistar o público cervejeiro local. Sem divulgar faturamento, a química e empresária Débora Lehnen, acredita numa crescente do empreendimento, que já conta com cinco bares, localizados em Salvador e região metropolitana, além de  uma fábrica em Lauro de Freitas.

“Estamos sempre em expansão. Apesar de estarmos nos recuperando da pandemia, queremos alcançar o maior número de pontos de vendas, como lojas especializadas, hóteis, grandes redes de mercados e bares”, planeja Débora. Atualmente a venda em outros estados é bem pontual por conta dos custos com impostos e não consegue ser tão competitivo. “De vez em quando enviamos alguma mercadoria para Recife, São Paulo, Santa Catarina, Rio e Goiás, mas nada tão expressivo”, pontua.

A projeção da Proa é alcançar cidades como Porto Seguro, Itacaré, Maraú, Ilhéus e também o Litoral Norte, de Arembepe a Porto do Sauípe. Débora conta que abrir bares nunca foi o plano, mas surgiu como uma estratégia comercial de tornar a marca conhecida e suprir uma necessidade desse tipo de estabelecimento em Salvador, o que terminou se estendendo para outros locais como Lauro de Freitas e Praia do Forte.

Aberta oficialmente em meados de 2018 e com mais de 30 funcionários, a cervejaria está se reestruturando do impacto causado pela pandemia de covid, visto que os bares tiveram que ser fechados e ficaram atendendo apenas em sistema de delivery. “O legal foi que conseguimos tomar atitude logo. Entendemos que seria algo a longo prazo e começamos a renegociar alguns contratos, desde os aluguéis aos sistemas. O nosso quadro foi muito prejudicado e tivemos que fazer várias demissões”, lamenta Débora.

Nesse período, os investimentos de novos equipamentos tiveram que ser suspensos e redirecionados para o pagamentos de fornecedores e bancos. A fábrica passou a vender todo o estoque já existente para amenizar os custos por conta da alta de insumos. Passado o período de maior crise, os investimentos voltaram a ser colocados em pauta, os bares reabertos e foi retomada a recontratação dos funcionários.

Cerveja de qualidade

Natural do Rio Grande do Sul, Débora conta que quando chegou em Salvador sentiu falta de uma cerveja artesanal de qualidade, então começou a produzir em casa para consumo próprio. A partir daí a vontade de empreender falou mais alto e foi para Blumenau (SC) com o objetivo de se especializar no assunto e colocá-lo em prática em terras baianas. Após um ano de estudos se expecializando como mestre cervejeira, retornou para Salvador, já com investidor, e abriu a fábrica. “Inicialmente o plano de negócios era bem diferente, mas a gente acabou se instalando em Lauro, com uma unidade produtiva bem maior do que estava previsto”, comemorou a empresária.

O processo de abertura da fábrica foi iniciado em 2017. Após um período morando na Califórnia (EUA), Débora achou interessante o modelo adotado lá em algumas cervejarias e quis implantar na Proa. “Queria trazer um espaço cervejeiro e diferente do que já tinha aqui, então trouxe de lá o modelo taproom, que é um local de serviço destinado a comercializar as cervejas de uma determinada cervejaria, no caso, da Proa”, explica.

A planta conta com mais de 1.000m² para produção, maturação e envase. Ao todo, são 23 rótulos, de diversos estilos e sabores, dentre eles o “Já que sou brasileira”, “Porreta”, “Porreta du Carvalho” e a “Carrie Nations”.

Além das visitas guiadas, a fábrica também dispõe de um bar, onde são comercializadas todas as cervejas produzidas ali e investiu em eventos temáticos para atrair o público, como o Saint Patrick’s Day – dia de São Patrício, originalmente festejado na Irlanda, e uma versão baiana da tão famosa Oktober Fest.

Como surgiu o nome

O nome Proa surgiu da necessidade de fugir do óbvio. “Estava procurando algo que fosse curto, fácil de lembrar e remetesse à Bahia, porém sem ser clichê. Proa tem tudo a ver com mar, eu sou muito apaixonada e é a parte da frente do barco, direção sempre pra frente e que navega novos mares e vai contra a mesmice, que é o nosso slogan. É muito a vibe da Bahia e moderno”, contou entusiasmada.

Para Débora, a receita do sucesso é atrelada a vários fatores, principalmente à resiliência. “Para ser uma empresária precisa muito de capacitação, porque infelizmente como mulher ainda somos colocadas muito à prova e temos que mostrar a todo momento que sabemos fazer. Precisa ter também muita força para recomeçar e energia para tocar em frente”.

Pessoas degustando cerveja Proa
Fábrica da cervejaria proa
Garrafas das cervejas proa
Imagem de fábrica de cerveja
Imagem de cervejas sendo tiradas na pressão
O anuário mostra ainda que, em 771 municípios brasileiros, há pelo menos uma cervejaria
Imagem de uma fábrica de cervejas
Tags: Bahiacerveja artesanalProa CervejariaRecifeSalvadorSanta CatarinaSão Paulo
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